Os profetas de Baal eram os 450 sacerdotes do falso deus cananeu Baal, sustentados pela rainha Jezabel e tolerados pelo rei Acab, num tempo em que Israel claudicava entre o culto ao verdadeiro Deus e a idolatria. Baal era adorado como deus da tempestade e da fertilidade, e seu culto havia corrompido grande parte do povo, levando à perseguição dos profetas do Senhor. No grande desafio do Monte Carmelo, o profeta Elias os reuniu diante de todo o povo e propôs uma prova: cada lado prepararia um sacrifício, e o verdadeiro Deus responderia fazendo descer fogo. Os profetas de Baal clamaram desde a manhã até a tarde, dançaram em torno do altar e chegaram a ferir-se com facas, mas "não houve voz, nem resposta, nem quem desse atenção" (1Rs 18,29). Então Elias invocou o Senhor, e o fogo do céu desceu, consumindo o holocausto, a lenha, as pedras e até a água. O povo prostrou-se reconhecendo "o Senhor é Deus!", e os profetas de Baal foram capturados e mortos no ribeiro de Quison. O episódio é, na história da salvação, uma vitória decisiva do monoteísmo sobre a idolatria, manifestação de que só há um Deus vivo e verdadeiro, ao qual pertence a glória.
Personagens
Profetas de Baal
Sacerdotes pagãos
1 Reis 18,26-40
“Os sacerdotes da idolatria silenciados no Carmelo, cuja derrota proclamou diante de Israel que só o Senhor é Deus.”
O caminho de Profetas
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Etapa 1/2 · Monte Carmelo
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A vida de Profetas na linha do tempo
Biografias elaboradas com base na Sagrada Escritura e na Tradição católica. Imagem de domínio público (Wikimedia Commons).