Joiada foi sumo sacerdote em Judá durante os dias sombrios em que a rainha-mãe Atalia, após a morte do rei Ocozias, usurpou o trono e mandou exterminar a descendência real para reinar. Foi Joiada, com sua esposa Josaba, quem escondeu por seis anos o pequeno Joás, único herdeiro sobrevivente da casa de Davi, salvando assim a linhagem davídica da qual havia de nascer o Messias.
No sétimo ano, Joiada organizou cuidadosamente os sacerdotes e a guarda do Templo, apresentou o jovem Joás ao povo, coroou-o e ungiu-o rei, ao grito de "Viva o rei!". Atalia foi deposta e morta, e Joiada selou a aliança entre o Senhor, o rei e o povo, mandando destruir o templo e os altares de Baal. Enquanto viveu, conduziu a reforma religiosa e a restauração do Templo do Senhor, e por sua fidelidade foi sepultado com os reis "porque tinha feito o bem em Israel para com Deus e a sua casa". Sua firmeza preservou a promessa feita a Davi e, com ela, o caminho que conduziria a Cristo, Filho de Davi.